Por ele.
Hoje tive de a tomar por mim.
No momento em que voltei a tomar a medicação soube que seria para sempre e que estava a abdicar de algo que sempre quis. E que nunca iria poder voltar atrás.
A verdade é que aguentei o máximo que pude. Mas não tinha de ser. Já andava demasiado desiquilibrada para o meu gosto. Sem controlo. Não podia continuar assim.
E dói. E vai doer sempre. Mas a decisão foi minha.
Como é que eu poderia voltar a ser mãe se não estava bem?
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