sexta-feira, 19 de abril de 2024
a dor de perder algo que não se tem
terça-feira, 16 de abril de 2024
ir à pendura
terça-feira, 9 de abril de 2024
o bom de estacionar à frente de casa....
domingo, 7 de abril de 2024
Uma casinha para mim
O nosso sonho sempre foi ter a nossa própria casinha.
Quando vivíamos em Sintra perseguimos por diversas vezes esse sonho. Víamos casas, sonhávamos com obras... mas nunca se concretizou.
Depois viemos morar para aqui e a ideia de compra a casa dos avós dele foi-se tornando mais forte. Mas infelizmente o primo dele teve a mesma ideia e, como herdeiro directo, o marido perdeu as esperanças.
No entanto o sonho do nosso cantinho continua e ele já decidiu que não quer sair da Vila por isso a casa tem de ser ali.
O que é que acontece? Eu acredito muito em sinais e coisas assim. A nossa senhoria que sempre disse que nunca iria vender a casa onde estamos decidiu o quê? Vender a casa onde estamos. E para mim é um sinal. Um sinal que se calhar aquela é a nossa casa.
O problema é que a casa é bem velha. E tem problemas de tudo. E precisa de obras para tudo. Deste o telhado, às canalizações, à electricidade.... tudo, mesmo tudo. E já que se vai mexer, bora lá fazer também umas mudanças para ficar mais ao nosso gosto.
É que a casa tem imenso potencial. Tem vários anexos que vão fora para aumentar o quintal e fazer uma pequena garagem para a mota, e um grande anexo mesmo colado à casa que permite aumentá-la. E em vez de uma casa com três quartos e uma casa de banho, ficaria com três quartos grandes, um escritório e duas casas de banho. Ah, e uma despensa.
Ali o céu é o limite pois existe muito potencial. O problema é mesmo a questão monetária. Porquê? Porque o valor das obras é quase o valor que ela nos está a pedir pela casa em si.
Eu sei que as coisas não podem ser dadas. Mas bolas, numa casa onde chove lá dentro, onde ficamos sem luz quando chove, onde temos problemas de canalização.... Será que somos nós que estamos a ver mal as coisas?
sábado, 6 de abril de 2024
Falar de morte
Falar sobre a morte é sempre um assunto muito pesado.
Não sei quanto a vocês mas acho sempre que nunca tenho a coisa certa para dizer aos outros.
Tivemos uma formação sobre o assunto. Por acaso foi muito interessante e o formador conseguiu tornar este tema leve, levezinho para toda a gente. E ele diz que é importante irmos de encontro às necessidades do outro. E mostrar que ele é importante.
Temos uma senhora no lar que todo o santo dia, à hora de almoço, quando lhe estou a dar a refeição me pergunta:
"Eu vou morrer?"
Nunca percebi esta questão da parte dela. Não tem dores. Tem uma vida até razoável. Uma família que a ama.
Mas todos os dias a mesma pergunta.
"Eu vou morrer hoje?"
"Não querida. Eu não deixo!"
Qualquer dia, se calhar, arrependo-me da minha resposta. Mas por enquanto ela vai ficando contente e continua a comer. E não volta a perguntar mais nada nem a falar sobre a morte.
terça-feira, 2 de abril de 2024
dor
Então e o mau tempo II
Rescaldo das últimas depressões que aqui passaram, desde a Kristin, passando pelo Leonardo e terminando na Marta. Terminando é como quem diz...
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Quem me conhece sabe que eu sou mega fã da Shine. Assim mesmo muito. Mas às veZes também fico desiludida, não se pode agradar a todos não é ...
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O marido faz anos no 24 de dezembro e este ano tive a brilhante ideia de comprar um puzzle com fotos nossas para ele construir. Na puzzleyou...
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Mas já passou o natal! Pois já mas agora é que nos deu na cabeça para fazer, o que é que querem? E tu sabes fazer cuscurões? Óbvio que não....

